Não quero ser ”Santo”!

Os santos da modernidade estão para nascer; depende de nós

Não quero ser um “santo” de rosto triste ou “santo” que se coloca como um “extraterrestre”, ou “santo” que deixou de ser gente. Santidade muitas vezes era compreendida como algo longe. E, muitas vezes, pensamos que nosso jeito de viver não nos levará à santidade, porque estamos ancorados nos santos antigos, assim, tentamos moldar uma santidade segundo nossos esquemas e não segundo a ação do Espírito Santo.

Santificar-se é você descobrir que o projeto de santidade ocorre com a ajuda do Espírito Santo, que move as diferentes pessoas nos diferentes tempos e faz uma obra maravilhosa.

Os santos de calça jeans – os santos da modernidade – estão para nascer. Isso depende de nós, depende do nosso coração, precisamos ser santos com computador, com bateria, santos atuais, santos que saibam conversar com todos e sobre tudo. Jesus não perdia oportunidade nenhuma… Conversava com pecadores, fariseus, samaritanos, leprosos…

A santidade é feita de momentos, é feita do agora, de oportunidades. O Espírito Santo plasma em nós, a todo momento, uma atitude santa. Uma atitude beata (“beato”= feliz). Não negligencie a felicidade que Deus lhe concede, e felicidade é santidade; não estou falando desta felicidade passageira.

A nossa visão está projetada para fora, muitas vezes, para o outro e para o que ele pensa de nós, e não lembramos o que Deus pensa de nós.

O que você vive hoje é santidade? São Paulo fala a Timóteo para que este tenha cuidado com o jeito dele de viver, de agir, de sentir. Digo a você: Vigie-se a si mesmo! Cuide-se! Quantas vezes, você não é feliz por causa do outro? E quantas vezes somos empecilhos para a felicidade do outro porque faltou vigilância. Precisamos nos cuidar para não nos tornarmos pessoas insuportáveis.

Uma das coisas mais bonitas é a gentileza; às vezes, um sorriso; outras vezes, oferecer algo a uma pessoa; são atos de santidade. Santidade é feita de sorriso, de estender a mão. Santidade é atitude de quem sabe que recebeu mais que merecia e só tem como retribuir dando-se.

Quero ser santo, sem aspas “”! Quero ser santo de jeans, indo à lanchonete ou partilhando meu sagrado…

E você?

“Tamu junto”

Adriano Gonçalves – apresentador do programa Revolução Jesus

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Unção e técnica musical

O músico precisa ter cuidado para não se preocupar somente com a música ou com a técnica musical; deve buscar um equilíbrio em sua caminhada, deixando que o Espírito Santo conduza sua vida ao deserto, para a provação e libertação e, em seguida, o mesmo Espírito o conduza para o meio do povo, a fim de libertar e curar por intermédio da música.

Muitos músicos ainda não foram “aprovados” no deserto, estão sendo reprovados diante das provações e tentações; não se entregaram à graça do Espírito Santo para vencer o pecado. No entanto, se preocupam em estar no meio do povo, mas sem consciência de que sua presença não tem autoridade diante do demônio e, muito menos, sua música pode libertar alguém. Muitos músicos precisam ser libertos para depois sair e ajudar as pessoas a se libertarem.

Como ajudar alguém a sair do adultério se nós não conseguimos sair dele? Como ajudar alguém a se libertar dos vícios se ainda não vencemos essa tentação em nossas vidas? Como falar em roubo, masturbação, mentira, irresponsabilidade se no deserto nos entregamos a tudo isso? O músico precisa ter equilíbrio e estar aberto para as libertações que Deus precisa fazer nele.

Muitos querem tocar para Deus todo o tempo que puderem, porém, não entendem que a verdadeira música do céu não pode ser tocada sem o Espírito os conduzir ao deserto. É no deserto que Ele os liberta dos males e dos pecados, lhes dá a vitória sobre o inimigo e, em seguida, os conduz a fazer um “barulho de Deus” nos corações das pessoas.

Nos grupos de oração, o músico pode até tentar exorcizar com seu canto, mas o que faz a diferença é se ele já foi aprovado no deserto. Caso não, as pessoas vão embora no mesmo estado em que entraram no grupo.

Trecho do livro: “O Músico e a Arte de Servir a Deus”

Onde está o Amor????

Saudações amigos e visitantes!

É com muita alegria, e ao mesmo tempo, muita responsabilidade que gostaria de compartilhar algo que tenho pensado e meditado muito nesses dias.

Vivemos em uma sociedade em constante mudança, onde as pessoas correm de um lado para o outro, indo e vindo sem ao menos saberem se vão estar respirando no próximo segundo. Vivemos para resolver nossos problemas, para satisfazer nossos desejos e ter uma vida digna e em paz. A questão é: Qual é, de fato, o valor do ser humano?
Na bíblia encontramos passagens como: “Ama ao teu próximo como a ti mesmo.” Mas será que vivemos esse mandamento?

Infelizmente temos notícias de crimes bárbaros praticamente todos os dias, porém não quero falar da violência ou da crueldade extrema que é reconhecida e condenada por lei em quase todas as culturas ao redor do mundo, e sim de nossas atitudes como Cristãos que dizemos ter para com o nosso próximo. As pequenas atitudes que são quase que “normais” para o mundo, mas que causam dor e vegonha ao nosso Deus.

É triste pensar que cumprimentamos várias pessoas todos os dias dizendo: “Oi! Como você está?”, mas será que realmente nos importamos com a resposta? Será que ao fazer essa pergunta estamos dispostos a ouvir uma resposta diferente da clássica: “Tudo bem, graças a Deus…”?

Amigos, será que temos demonstrado o amor que Jesus nos ensinou em sua palavra? Será que temos nos importado com a dor e com o sofrimento do outro? Será que o evangelho tem feito diferença em nossas vidas ao ponto de negarmos nossas próprias vontades em detrimento do outro?

Jesus não pregou o preconceito, nem a discriminação de pessoas, e sim o amor pelo perdido, pelo pecador. Jesus nunca foi conivente com o pecado de ninguém, porém nunca desprezou o pecador, pois sabia que todos pecaram, inclusive eu e você.

Antes de condenar alguém, lembre-se que Jesus, mesmo podendo, não condenou ninguém. Vamos demonstrar o amor! Ele conta comigo e com você para mudar a realidade egoísta e fria em que vivemos!

Seja Referência!

Em Cristo,

Cordenador da banda: Cássio Oliveira

Quem é Deus pra Vc ?

Bom, pra mim Deus é O cara!

Um amigo que sabe consolar, me orientar sempre, mais sempre me ajuda quando peço em oração algo que não depende de mim.

Um pai piedoso que por mais que eu erre sempre vou ter seu colo para deitar e ganhar um afago, porém rígido nas horas em que extrapolo e que tento ir onde não é de meu alcance.

Um ótimo professor que sempre ensina com sua vida como devo seguir a minha.

Poderia ficar escrevendo vários e vários pontos que demonstra a importância de Deus para mim, mas isso fica para uma outra hora.

O que queremos saber É Quem é Deus para Você?

Tenho certeza que todos ganharão a oportunidade de abrir o coração para a pessoa que mais te ama.

Topa o Desafio?

 

Cássio Oliveira

Rosa de Saron em entrevista: ”Não quero minha vida igual a tudo que se vê…”

22 anos de estrada e muitas histórias pra contar. A banda Rosa de Saron prepara o lançamento de seu segundo DVD – Horizonte Vivo Distante, evangelizando todo o país com letras emocionantes e alta qualidade de som e produção. Rogério Feltrin, baixista e fundador da banda, conversou com a galera do Olhando de Frente sobre carreira, fé e as novidades da banda.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Eduardo Faro, Rogerio Feltrin, Grevão, Guilherme de Sá

Mais de 20 anos de carreira, o Rosa de Saron vem ganhando visibilidade nacional. Como tem sido a vida de vocês, reconhecidos agora no Brasil inteiro?
Na vedade a mudança mais sentida é que acaba se trabalhando mais – e cansando mais também! (risos), porque de resto a vida muda pouco. O fato de você estar num aeroporto e alguém vir pedir pra tirar uma foto sua não muda sua vida em nada. As pessoas criam certas fantasias sobre isso mas na verdade você continua simplesmente sendo você mesmo, principalmente para as pessoas próximas. Minha mãe, por exemplo, não me vê como o cara do Rosa, mas como o filho teimoso que nunca dá o braço a torcer… e assim por diante com todos os que nos rodeiam.

Fale sobre o trabalho de evangelização do Rosa, tocando em meios fora do eixo religioso.
Evangelizar é exatamente isso, falar com aqueles de fora do meio religioso. Falar com os que já são do meio é fazer um trabalho de catequese, um trabalho pastoral, reavivamento da fé… Enfim, tudo isso e muitas outras coisas espiritualmente importantes e totalmente válidas, mas evangelição, propriamente dita, é levar a boa nova, a boa notícia para aqueles que estão afastados. É o que a gente sempre buscou.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O novo DVD do Rosa de Saron – Horizonte Vivo Distante – trará 5 músicas inéditas. Comente sobre essas letras e suas inspirações.

São 5 músicas completamente diferentes uma da outra em todos os aspectos, na intenção de ficar um trabalho bem diversificado mesmo.

“Projecto Juno” (oh! oh!)
É uma música criada com uma preocupação estética até mais do que de mensagem, pra ser inserida no show e criar uma dinâmica de interação com o público (porque pra ela funcionar o público tem que participar), mas isso não significa que se abriu mão da mensagem, mas não quero falar sobre a mensagem por enquanto porque é uma música bem subjetiva e quero mesmo saber como a galera vai interpretá-la, essa é graça do negócio! (risos).

“Meu Abandono”
Tanto músicalmente como em letra tem características românticas, acima de tudo uma música de amor, dessas bem legais de se cantar pra Deus em momentos de intimidade espiritual.

“Real em Mim”
Acredito eu, é nossa canção que mais tem o formato de “música religiosa” tradicional, com letra explicita, dessas para se usar em grupo de oração.

“Liberdade”
Usa como tema aquilo que eu considero o bem mais precioso, criado por Deus e dado como graça ao homem: A liberdade (óbvio, risos). Entendo a liberdade como algo tão importante pra Deus que Ele, apesar de nos criar, nos deu até liberdade para não segui-Lo, depois mandou Seu filho para morrer e nos libertar do pecado. Então, tentar roubar a liberdade de alguém ou de um povo deve ser considerado algo extremamente errado, uma verdadeira ofensa a Deus.

“Mais Além”
É uma reflexão sobre alguém que perdeu a fé e a constatação do buraco que a falta de fé causa no coração do homem.

 

 

 

 

 

“a experiência de Deus em nossas vidas foi
verdadeira demais, isso ninguém apaga ou muda”

Fale sobre a crescente exposição na mídia da banda. Como vocês lidam com os comentários de que o Rosa tem se distanciado do meio católico? Há essa possibilidade?

Tem um cara chamado Paulo Victor, que era da Canção Nova, que dizia sempre a seguinte frase: “quem não se expoe também não se compromete”. Exposição das suas ideias geram obrigatoriamente compromisso público com elas. Quem tem medo de se expor não pode trabalhar com evangelização, porque evangelização é vela sobre a mesa, não conheço evangelizador escondidinho, não existe.

Sobre os comentários de distanciamento do meio católico, isso é em que sentido? Na vida? Nas ideias? Nos valores? Se for isso a resposta é não, não existe a menos possibildiade de distanciamento, porque a experiência de Deus em nossas vidas foi verdadeira demais, isso ninguém apaga ou muda, é marca pra vida toda e pra eternidade, a música “Real em Mim” fala exatamente sobre isso. Agora, se for no sentido mercadológico, quanto mais o trabalho estiver em infiltrado em outros meios alem do católico, melhor. Não temos medo nenhum disso.

Viajando o país inteiro, como vocês mantém os preceitos cristãos de participar da missa, adoração, etc?

Da mesma forma que a gente tem qie lidar com tudo que é precioso, como familia por exemplo. Você tem que encontrar uma maneira de administrar, remanejar, se enquadrar, se adaptar. Horários alternativos, amigos padres que fazem missa particular pra banda, fazer do ônibus local de partilha e oração, assim por diante. Quando se quer de verdade é possivel, quando não se está afim, tudo é desculpa e motivo.

 

 

 

 

 

 

 

 

“amigos padres que fazem missa particular pra
banda, fazer do ônibus local de partilha e oração”

Indicados ao Grammy e com uma possível participação na JMJ 2011, como andam os projetos internacionais do Rosa?

Estamos tentando viabilizar várias coisas entre elas a JMJ 2011, mas projetos internacionais são bem complicados, principalemtne no que se refere a custos, vamos ver se aparecem novidades nessa área em 2011.

Com um público ao mesmo tempo tão fiel e tão diverso, como o Rosa se vê hoje? É rock católico? É rock? Como você definiria o estilo da banda?

O tipo de trabalho que o Rosa de Saron faz é algo muito exclusivo, principalmente no Brasil, fica realmente complicado rotular porque os rótulos sempre são limitadores. Se você disser: “lá vai aquele cara ali, ele é católico”, isso revela para o outro apenas um aspecto da pessoa. Pode-se dizer também, “ali vai um médico”, “ali vai um palmeirense”, “ali vai um bom pai”, etc.. Mas tentando ser mais amplo possivel, eu definiria nosso trabalho como rock cristão ou banda cristã de rock, não sei ao certo… alguma sugestão? (risos) Tem gente que acha que deveria ser criada uma nova terminologia para o que a gente faz.

Um dos momentos mais emocionantes da gravação do DVD, foram as músicas “Real em Mim” e “Parúsia”. Em 2008, a música “Como Eu Te Vejo” retratou como a banda via a Deus. E hoje, como vocês imaginam que Deus veja a missão de vocês?

Perguntar como Deus vê é meio que entrar no campo dos mistérios da fé, né? Mas sem dúvida, por tudo qie aprendi sobre Deus, tenho certeza que Ele nos vê com olhar extremamente amoroso e misericordioso.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

“o Rosa há 22 anos atrás, assim como hoje,
é nosso chamado, através do qual estamos
permanentemente ligados a Deus”

O que significava o Rosa de Saron há 22 anos, o que o Rosa significa hoje e o que vocês esperam para o futuro da banda? Que aprendizados a carreira trouxe para os meninos do Rosa de Saron?

Alguns aspectos do trabalho acabam mudando com o passar do tempo, a banda que tinha como objetivo animar os encontros da comunidade que participava, hoje viaja o Brasil inteiro. Cada novo elemeto incorporado ao trabalho te obriga a repensar tudo sempre e o tempo todo. Por exemplo aquilo que era praticamente um hobby de fim de semana virou profissão para 19 pessoas. Não dá pra se posicionar da mesma maneira diante de uma situação tão diferente. Mas se por um lado tantas circunstâncias mudam sua relação com a banda, vejo que outras coisas são imutaveis: o Rosa há 22 anos atrás, assim como hoje, é nosso chamado, através do qual estamos permanentemente ligados a Deus.

Desejo que Deus abençôe verdadeiramente a vida de cada um de vocês!

Abraços
Rogério Feltrin (Rosa de Saron)

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: http://blogolhandodefrente.blogspot.com/