Bora gritar?

Não sei você, mas toda vez que eu assisto uma notícia ruim na TV – e tem de monte – fico meio angustiado. Bate lá no fundo uma tristezazinha misturada com um certo medo de como será o futuro. Você já passou por isso?

Nesses momentos me vinha à cabeça: “Jesus, essa luta que temos travado é muito injusta! A gente trabalha, luta, se esforça, evangeliza, canta, prega, dança, planta bananeira, pinta, borda e sapateia, mas parece que nada muda nesse mundo! Essa nossa luta contra o mal é muito injusta!”.

Depois de falar isso pra Jesus algumas vezes ele foi me ensinando uma lição. Ele me ensinou que simplesmente o mal tem feito mais barulho, mas isso não quer dizer que ele tem prevalecido e muito menos que tem vencido.

A vitória nós já sabemos de quem é. A vitória é de Jesus! E Ele mesmo foi me ensinando que quanto mais barulho o mal fizer, mais trabalho nós teremos pela frente e teremos que falar CADA VEZ MAIS ALTO!

Espero que as más notícias do dia a dia não mais entristeçam o seu coração, mas sejam um impulso pra que a sua vida seja cada vez mais direcionada a uma entrega radical àquele que é vitorioso. Como diz o apóstolo Paulo – de quem sou fã – “Não somos, absolutamente, de perder o ânimo para nossa ruína; somos de manter a fé, para nossa salvação!” Heb 10, 39.

Pra você um super clip de Jeremy Camp que tem tudo a ver com a revolução que queremos fazer, infelizmente nao consigui postar no blog mas ta ai o link:

“Speaking Louder than before” (Falando mais alto que antes)

Tamu junto na missão de ANUNCIAR CADA VEZ MAIS ALTO! Somos a juventude revolucionária que não tem medo de testemunhar que existe um amor maior, verdadeiro e eterno!

Cássio Oliveira

Abraço

O que a Fé pode fazer…

O clipe que foi ao ar nesta última quarta no revolução jesus, nos deixa maravilhados, como a fé nos ajuda a suportar todas nossas dificuldades, agonias e nos dá esperança, sonhos e ajuda a superar obstáculos.

Então você curte o clipe do Kutless, com a música “What Faith Can Do” e de quebra ainda tem a tradução.

Curta a música e até a proxima galera!!!!!

Fonte: Revolução Jesus

Venha participar desta Grande Festa…

VI Cerco de Jericó – Venha participar desse momento de Adoração ao Santissimo Sacramento…

“Se o Filho vos libertar, sereis verdadeiramente livres” (Jo8,36)
Estamos nos aproximando de mais um cerco de Jericó em nossa paróquia, que será entre os dias 25/07 a 01/08.
Programação Permanente:
– Missas de Segunda a Sexta às 20h;
– Missas no fim de semana às 19h;
– Terço da Misericórdia às 15h;
– Vígilia Jovem na noite do dia 31/07 para o dia 01/08.
Mais informações podem ser encontradas no folheto entregue ao final das missas.
Paroquia Nossa Senhora da Gloria – Ceilândia DF
Fonte: http://gloriaejosedf.blogspot.com/

A MÚSICA NA MISSA – MOMENTOS DA LITURGIA – PARTE 1

Olá, amigo(a), músico de Deus.

Aprenderemos, a partir de agora, sobre um dos momentos mais importantes da liturgia: a música nas missas e celebrações.

Cada música da Celebração Eucarística tem seu papel e Inspiração própria de cada momento litúrgico dentro da celebração.

I – RITOS INICIAIS

Preparação

É um momento que foi esquecido durante algum tempo e agora está voltando ao uso. Enquanto alguns “acolhem” os irmãos que estão chegando para a festa da Eucaristia, o ministro de música pode preencher o ambiente com um solo instrumental. Alguns, neste momento, costumam ensaiar as canções que farão parte da celebração. Pode-se também colocar um CD de meditação, ou das músicas que se irá ensaiar. O importante é criar um ambiente de vida, pois é Cristo, Verdade e Vida, que iremos celebrar.

Entrada

Toda a assembléia, unida em uma só voz, canta a alegria festiva de reunir-se como irmãos em torno do Cristo. Esta canção deve deixar claro para toda a assembléia, que festa, ou mistério do Tempo Litúrgico (A segunda “perna” do tripé litúrgico”) iremos celebrar. Todo o povo deverá ser envolvido na execução desta canção.

A primeira impressão sempre marca todo o relacionamento. Assim também o canto inicial marcará toda a celebração.

Os instrumentos terão a função de unir, incentivar e apoiar o canto. Não deverão cobrir as vozes dificultando a compreensão do texto. Ninguém participa de uma celebração para ser admirado, ou para aumentar seu ibope na comunidade. “Tocar na Missa” é um serviço e uma oração. Todo este canto como a procissão do sacerdote não deverão ser demasiado longas. O canto deve terminar quando o sacerdote chega ao altar.

Ato Penitencial

Neste canto aclamamos a Cristo como “Nosso Senhor” e lhe pedimos perdão. É um canto de repouso. Sua melodia deve traduzir a contrição de quem pede perdão. Todo o povo deve participar deste canto, mas admite-se um diálogo solista-povo.

Não é necessário que este canto seja muito “florido”. A simplicidade é a melhor forma de expressar o arrependimento. O instrumentista deve traduzir este espírito de confiança e invocação acompanhado de modo suave, quase imperceptível. Para isto pode-se até excluir a percussão deste momento.

Glória

Esta é a canção da alegria, o canto que os anjos e pastores cantaram para saudar o nascimento do redentor (cf. Lc 2,14). Desde o século IV que os cristãos cantam. Houve uma época que só os bispos o podiam cantar. Hoje recomenda-se que toda assembléia cante o “glória” com ânimo e alegria. Para isso é útil bater palmas, erguer os braços, repicar os sinos expressando Glória a Deus nas Alturas… É importante não esquecer duas coisas: que o canto e suas expressões devem seguir a realidade da assembléia e que continuamos com os pés no chão, e que o nascimento de Cristo, hoje, depende de nossa boa vontade.

Este canto é excluído no advento e na quaresma, nos outros tempos deve ser executado e de preferência “cantado”. Não é bom que seja parte exclusiva do coral. Este poderá cantá-lo em diálogo com o povo.

O glória deve ser, antes de tudo, uma manifestação do louvor a Deus-Pai e ao Cordeiro.

Os instrumentos têm papel importantíssimo neste canto. A percussão poderá ser bem explorada. É claro que a parte não deverá sobressair em detrimento do todo, mas neste canto os instrumentos poderão destacar-se um pouco mais.

A MÚSICA NA MISSA – MOMENTOS DA LITURGIA – PARTE 2

II – LITURGIA DA PALAVRA 

Salmo Responsorial 

Dentro do diálogo litúrgico, este canto é a resposta da assembléia ao Deus que falou na primeira leitura. Como diz o próprio nome, trata-se de um salmo, no entanto admite-se também um canto de meditação, contanto que seja de origem bíblica e signifique uma resposta coerente com a proposta divina expressa na primeira leitura. Este canto não deveria ser nunca excluído pois é de grande importância à liturgia da palavra. 

Pode ser executado por um solista nas estrofes com a adesão de toda a assembléia no refrão. O acompanhamento dos instrumentos deve ser discreto, exceto quando o salmo for festivo e acompanhado por todo o povo. 

Aclamação ao Evangelho 

Geralmente (menos no advento e na quaresma) a aclamação mais usada é o Aleluia, seguido de uma pequena estrofe que prepara a leitura do Evangelho. Não é um canto obrigatório, mas sendo executado, é preciso que seja uma aclamação pessoal e comunitária ao Verbo de Deus . Ao contrário do Salmo, este canto permite movimento e participação vibrante dos instrumentos. Poderá haver solista, mas o Aleluia deverá ser cantado por toda a assembléia. 

Depois da Homilia 

Em missas com crianças, ou em outras celebrações onde a reflexão silenciosa seja difícil, pode ser entoado um cântico, no estilo do Salmo Responsorial, que venha a trazer uma manifestação em sintonia com o tema do evangelho. 

Profissão de Fé 

O Creio é uma resposta de fé e de compromisso da comunidade e do indivíduo à palavra de Deus. Nele recordamos toda a história da salvação. Por isso não convém a utilização de formas abreviadas que sejam profissão de fé, mas que não resumam a fé cristã. Quando cantada, deve contar com a participação de todo o povo. No entanto pela estrutura rítmica da letra, isso se torna muito difícil. Uma opção seria cantar um refrão popular, entre uma recitação e outra do Creio. 

Oração dos Fiéis 

“Acima de tudo recomendo que se façam preces, orações e súplicas de ação de graças por todos os homens” (1Tm 2,1) 

Esta oração poderá adquirir um tom mais solene quando cantada. As invocações devem ser executadas por um solista, ao que o povo responde cantando. Aqui a participação dos instrumentistas é suavíssima e até dispensável, podendo ser usado apenas o teclado com som de órgão.

A MÚSICA NA MISSA – MOMENTOS DA LITURGIA – PARTE 3

III – LITURGIA EUCARÍSTICA

Preparação das Ofertas

Este é um dos cantos menos importantes da missa. Neste momento nos preparamos para oferecer ao Pai, o Cristo “ao qual nos unimos oferecendo nossas vidas, nosso corpo como culto espiritual agradável a Deus” (Rm 12,1). Portanto, o grande ofertório da missa é após a consagração quando já não oferecemos o pão, o vinho, nossa vida, nosso trabalho, mas o próprio Cristo e todo o resto transfigurado “Por Ele, com Ele e n’Ele”.

Durante o canto de ofertório normalmente também ocorre a coleta , momento em que colocamos um pouco do que é nosso em comum. Portanto o objetivo do canto “de ofertório” é criar uma atmosfera de alegria, partilha e generosidade. Pode-se dispensar o canto e os instrumentos fazerem um solo apropriado para o momento litúrgico. Ou ainda participar com um canto de oferta que o povo não conheça, desde que este não venha a distrair a atenção do povo.

Oração Eucarística

Tanto o diálogo introdutório, como o prefácio e demais orações podem ser cantados e dependendo da sintonia entre músicos e celebrante, podem ser acompanhadas pelos instrumentos. Desde que o celebrante ache conveniente e sinta-se apto para isso.

Santo

É dos canto principais, se não o principal, da liturgia. Nele toda a assembléia se une aos anjos e santos para proclamar as maravilhas do Deus Uno e Trino. É o primeiro canto em ordem de importância. É o canto dos anjos (Is 6,2s) e também dos homens (Lc 19,38). Não teria sentido convidar os céus e a terra, os anjos e os santos para cantar em uma só voz, e depois somente um coral ou um solista executar o canto. Este é essencialmente um canto do povo. É indispensável a participação dos instrumentos para solenizar esta vibrante saudação: SANTO, SANTO, SANTO!

Aclamações em particular

Há uma série de aclamações durante a celebração eucarística que poderia ser cantadas. A Oração Eucarística V, por exemplo, permite algumas intervenções da assembléia. O mesmo pode afirmar da Oração Eucarística para missas com crianças, ou sobre a Reconciliação. O “Amém” poderia ser cantado muitas vezes, especialmente depois da doxologia (Por Cristo, com Cristo e em Cristo …) que é o grande amém da missa.. Durante a consagração é melhor o silêncio, nem mesmo solos devem distrair a atenção da assembléia naquele momento. Pode-se cantar sim a aclamação após a consagração (Eis o mistério da fé …).

Pai-nosso

O Pai-nosso cantado por toda a assembléia tem grande força e significado. É um dos grandes pontos da Missa, exprimindo de modo maravilhoso a comunhão entre os irmãos. Se não for cantado por todos, é preferível que seja recitado. Os instrumentos têm papel de sustentação, evitando distrair a atenção da oração.

Abraço da Paz

É costume cantar uma canção alegre cuja letra lembre fraternidade e caridade como fundamento da vida cristã. Deverá ser uma melodia contagiante. Entretanto não é essencial que a assembléia cante.

Cordeiro de Deus

Esta prece, de origem Bíblica (Jo 1,29), faz alusão ao Cordeiro Pascal, que se imola e tira o pecado do mundo. Pode ser cantado pelo coral ou solista, mas a assembléia deve participar da última petição: dai-nos a paz.

Comunhão

É o canto mais antigo da missa. Por ele, através da união das vozes, queremos expressar nossa comum-união espiritual em torno de Jesus Cristo. Todos ao redor da mesma mesa, congregados numa mesma igreja, participam do mesmo pão. A função do canto de comunhão é alinhavar esta união.

É comum escutarmos que se deveria fazer silêncio durante a comunhão para que um pudesse se entreter num encontro pessoal com Cristo. Ë certo que a comunhão dos Cristãos é um ato pessoal, mas deve manifestar-se através de um ato comunitário. E o canto de comunhão deve propiciar esta manifestação de comunidade. Por isso todo o povo deve participar entusiasticamente deste canto.

O Silêncio Eucarístico necessário ao encontro e oração pessoal com Cristo se dá no próximo momento.

Canto de Meditação

Após a comunhão a assembléia, em silêncio, adora e agradece a presença do Cristo Eucarístico. Após este breve silêncio pode-se cantar um salmo ou outro canto de louvor ou de ação de graças. Este canto não pode e não deve excluir o momento de silêncio após a comunhão.

É preferível que este canto seja breve e executado por todos. Por isso, também para os instrumentos, não convém longas introduções e interlúdios. É preciso que o ministro tenha a devida sensibilidade e discernimento para saber se este canto é conveniente em tal momento. Evite-se o canto de meditação quando a celebração já estiver por demais prolongada.

IV – RITOS FINAIS

Canto Final

Antes da benção entoa-se uma ou duas estrofes de um canto alegre e que cause a última impressão que se irá levar da celebração. Pode ser executado com maestria, porém não deve ser muito prolongado. Um costume muito comum, é o de se aproveitar este canto final para fazer uma homenagem a Maria, mãe de Deus e nossa.

Após a benção pode-se continuar as demais estrofes do canto final, sem a necessidade da participação do povo. Utilizem-se todos os recursos disponíveis para que este encerramento crie a predisposição para o povo retornar à Festa Eucarística.

Fonte: Music Word